11 de junho de 2012

Rio+20


O mundo está adoentado, e o causador dessa enfermidade é o seu inquilino, conhecido como homus sapiens, ou o homem sábio. Nem tanto, as fotos não mentem, e a poluição vai desde o espaço sideral, com suas parafernálias abandonadas, até a baia da Guanabara, bela e poluída, que necessitará de uns trinta anos para se tornar limpa, conforme nos entregou a natureza. A Rio+20, é sucessora da ECO-92, que tem como meta o desenvolvimento sustentável, como saída para diminuir o lixo, em todos os quadrantes. Os sólidos são depositados no universo, na terra, no ar e no mar. Há quem afirme, que os mandatários mais poderosos, tendem a não estarem presentes, tomando como exemplos, a chefe do governo alemão - Angela Merkell, Barack Hussein Obama. A primeira envolvida com a crise européia, e o segundo; bastante preocupado com a reeleição. Há um cheiro de fracasso no ar da Rio+20. Pois, em momentos bicudos - leia-se crise financeira - a questão ambiental certamente ficará em segundo plano, igual tratamento, se dá aos processos culturais. Esses huguenotes, francos, anglos, germânicos e outros, não cuidaram das suas matas, e muito menos dos seus mananciais. Não há registro, de uma campanha por parte deles, na direção de (re)florestar ou acabar com o lixo “sanitário”, contaminador dos lençois freáticos. É sempre bom lembrar a “Carta do Cacique Seattle”, que é conseqüente e atemporal.

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